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FOZ DO IGUAÇU
PARANÁ - BRASIL
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FOZ DO IGUAÇU!
Considerados Patrimônio Natural da Humanidade, resguarda as surpreendentes Cataratas do Iguaçu
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FOZ DO IGUAÇU ! Fonte:
Considerados Patrimônio Natural da Humanidade, resguarda as surpreendentes Cataratas do Iguaçu PMF/Uol Viagens/ Wikipédia/ Guia 4 Rodas
FOZ DO IGUAÇU

Brasil e Argentina compartilham uma paisagem de beleza intensa no oeste do Paraná, em Foz do Iguaçu. Ali a natureza exagerou, em volumes e medidas. As cataratas do rio Iguaçu formam o maior conjunto de quedas d´água da Terra: são cerca de 270 nas duas fronteiras, com alturas entre 40 m e 90 m. Elas estão lá, se exibindo, despudoradas, há milhares de anos, mas somente nas últimas décadas a recepção aos turistas se aperfeiçoou compassarelas e mirantes ousados, que permitem tocar e ser tocado pelo aguaceiro. Ouvir o estrondo das corredeiras a poucos centímetros, com segurança. As cenas que a memória registra em Iguaçu não sairão mais com água e sabão.

O Parque Nacional do Iguaçu comemorou 70 anos em 2009 com recorde de público. Foram 1.154.000 visitantes no ano anterior, ou cerca de 3.160 pessoas por dia - o parque abre de segunda a domingo. Grande parte dos turistas, brasileiros e estrangeiros, se concentra na atração principal que é a visão dos borbotões de espuma branca a partir de trilhas e passarelas. E quem deseja mais adrenalina também a encontra em esportes radicais como tirolesa, rapel e rafting no rio Iguaçu, ou nos botes velozes que oferecem um batismo e tanto no mundo da aventura: banho de catarata.

Lançado nas festividades do aniversário, o livro ´Meu Vizinho, o Parque Nacional do Iguaçu´, de Marcos Sá Corrêa e Lorenzo Aldé, conta a história desta reserva privilegiada de Mata Atlântica por meio de fotografias que cobrem o século 20. Estão lá os moradores de Foz do Iguaçu em trajes de banho da década de 20, que mais pareciam pijamas; as primeiras imagens do Hotel das Cataratas, inaugurado em 1958; e o pioneiro em turismo de emoções fortes, o barman austríaco Franz Kohlenberger, alcunhado ´Tarzan das Cataratas´ nos anos 1960.


Quem vê Franz arriscando-se a despencar nos precipícios para se aproximar das corredeiras passa a agradecer pelo conforto dos trajetos suspensos, que permitem aos visitantes ver o conjunto de vários ângulos, nos parques brasileiro e argentino.

Os vizinhos argentinos criaram o Parque Nacional Iguazu antes dos brasileiros, em 1934. Na cidade de Puerto Iguazu, ele merece um dia inteiro de visita pela diversidade dos trajetos no meio da mata. As imagens mais assustadoras surgem ao final das passarelas para o Salto Bosseti e para a Garganta do Diabo.

No parque argentino, uma placa homenageia Álvar Núñez Cabeza de Vaca, o espanhol que desbravou as cataratas em 1541 quando buscava um caminho para o rio da Prata. Três séculos e meio depois, o Brasil começou a descobrir a riqueza do patrimônio de Iguaçu com o empenho de gente ilustre como o engenheiro André Rebouças e o aviador Santos Dumont, visionários no projeto de preservar a área e torná-la de domínio público.

Localizada na Tríplice Fronteira de Brasil, Argentina e Paraguai, a cidade de Foz do Iguaçu tem parque hoteleiro importante e profissionais do turismo que falam dois ou três idiomas. Com passaporte ou carteira de identidade na mão, é possível cruzar as fronteiras dia e noite sem percalços, em automóveis particulares, ônibus ou nos transfers oferecidos por hotéis e agências de receptivo. Considerando que as distâncias oscilam de 10 km a 25 km entre as atrações, há tempo para visitar parques pela manhã no Brasil, fazer compras à tarde no Paraguai e esticar a noite na Argentina, no cassino ou naqueles restaurantes de empanadas e carnes saborosas, regadas a carta de vinhos de Mendoza, Salta, Patagônia...

Pelo menos duas das atrações de Foz merecem visita sem pressa: o Parque das Aves e Itaipu Binacional. A 200 m da entrada do Parque Nacional de Iguaçu, a reserva criada em 1994 por alemães amantes da natureza contrapõe ao show das águas o show das cores de flamingos, guarás, papagaios, araras, tucanos, vulturinas, pavões, gralhas-picaças, mutum-de-penacho, saracuras. Existem aves ameaçadas de extinção, como o cuiú-cuiú, o mutum-cavalo e o macuco. Outras vieram de longe, da África e da Ásia. E algumas foram aleijadas para sempre por traficantes. Uma placa avisa que uma arara-azul - uma arara-azul! - encolhida no tronco teve as asas amputadas antes de ser resgatada pela polícia florestal.

O Parque das Aves, a propósito, recepciona os visitantes com uma tese radical, exposta numa antiga lenda nórdica, a Árvore da Vida: a natureza, para sobreviver, pode dispensar a presença de seres humanos.

Foz do Iguaçu viu sua população se multiplicar a partir dos anos 70, com a construção da Hidrelétrica de Itaipu, obra monumental administrada por brasileiros e paraguaios. Em 2009, completam-se 25 anos desde que a primeira unidade passou a gerar energia. Segundo os administradores, Itaipu recebe cerca de 800.000 visitantes por ano, entre turistas, estudantes e técnicos, nos dois países. As opções de passeio ganharam diversidade de cenários: circuito panorâmico, visita ao interior da usina, trilhas na reserva biológica, museu, passeio da catamarã no Lago de Itaipu, show de luzes e música diante da barragem nas noites de sexta e sábado. Itaipu iluminada é de estarrecer.

Decidiu ir a Foz? Então prepare-se para decisões de maior envergadura, já que os orçamentos de férias são limitados e alguns custos ficam elevados. Ou isto ou aquilo: dá para comprar roupas e chocolates de novo, ou se dar o presente que é partir de bote rumo às cataratas, receber a enxurrada no rosto e ainda sair de lá vivo e feliz. Dá para adquirir mais bebidas e equipamentos eletrônicos, ou experimentar o luxo de um circuito de helicóptero, com a família reunida. E depois de ver e ouvir o estrondo das águas de Iguaçu desde baixo e desde cima, recomenda-se um curso rápido para aprender a uivar, porque a linguagem verbal depôs as armas e não dá mais conta do recado.

http://viagem.uol.com.br/guia/cidade/foz-do-iguacu.jhtm


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